Não é uma casa sem teto nem nada. É um lugar bacana, um design, que a meu ver, é de dar inveja aos especialistas de interiores. O vermelho da luminária na sala de espera contrasta com o branco das paredes. Em uma delas, inclusive, uma tela preta desligada, de aproximadamente 42”, é a única forma de desinformação da sala. Ao centro, uma mesinha, que insiste em desenquadar o ambiente. Sobre a mesa há informações, folhas, notícias impressas em revistas, jornais, panfletos, histórias, acontecidos…
Noutra sala há uma mesa de vidro, que insiste em refletir o opaco nervosismo do entrevistado. O sorriso dos entrevistadores, sequer aparece no espelho da mesa. O preto é o uniforme da empresa, mesmo que de uni forme, não tenha nada. Os olhares compenetrados miram, e os lábios viram armas que cospem simpatia. Nem parece uma entrevista, parece uma conversa de buteco, mas sem cerveja, quem sabe no fim do expediente.
Publicidade é outra coisa, empresa de publicidade é outra coisa melhor ainda, é uma família, um jogo de empurra gostoso de ver. “Não, eu não ganhei o prêmio sozinho. Sim, erramos juntos. A culpa é toda nossa”. Um verdadeiro contraste com o ego jornalístico dos jornalistas que insistem em fazer o jornalismo encaixotado, pensando única e exclusivamente no seu umbigo, mas bem que poderia ser doisbigo, para que tivéssemos um a mais que os outros.
A publicidade sul-mato-grossense ganha uma grande parceira na difusão do estado noutros mares. A maré cheia traz uma nova esperança, e com ela a certeza de vários prêmios.
Num outdoor há informações e pecados. A gula serve de pré-texto para desejar os melhores adjetivos da vida. Paz, Amor, Sonho, Prestígio. Seja de que for a idéia, de um criativo, de uma equipe, de uma empresa ou uma sociedade. A idéia é @Criatrix.
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