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	<title>Rodrigo Ostemberg</title>
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		<title>Corumbá é assim mesmo</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 14:48:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O calor corumbaense  recepcionou o 7º Festival América do Sul, chamado carinhosamente de FAS (“S” puxado,  como o carioca faz). Os tapetes vermelhos foram estendidos nas ladeiras de  Corumbá.
O palco mais bonito do  FAS, com toda certeza foi o Palco Pantanal,&#8230; &#8230;que tinha o próprio Pantanal Sul-Mato-Grossense como pano de fundo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_899" class="wp-caption alignleft" style="width: 430px"><a href="http://www.ostemberg.photografic.com.br/wp-content/uploads/2010/05/IMG_0009.jpg"><img class="size-full wp-image-899" title="Palco Pantanal" src="http://www.ostemberg.photografic.com.br/wp-content/uploads/2010/05/IMG_0009.jpg" alt="Corumbá é assim mesmo" width="420" height="279" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Rodrigo Ostemberg</p></div>
<p>O calor corumbaense  recepcionou o 7º Festival América do Sul, chamado carinhosamente de FAS (“S” puxado,  como o carioca faz). Os tapetes vermelhos foram estendidos nas ladeiras de  Corumbá.</p>
<p>O palco mais bonito do  FAS, com toda certeza foi o Palco Pantanal,&#8230;<span id="more-898"></span> &#8230;que tinha o próprio Pantanal Sul-Mato-Grossense como pano de fundo. Por falar em fundo, as águas do  Rio Paraguai seguiam os ritmos de outra água, uma tsunami chamado Paula  Águas dançava os questionamentos do ritmo que o povo insistia em indagar. As  ondas de Paula também passaram pela Casa Vasquez. Lá, crianças, jovens e adultos  viram “danças de fadas” serem narradas pelo conto do corpo.</p>
<p>Ainda às margens do  Paraguai, no Centro de Convenções do Pantanal, Inácio de Loyola levou às lágrimas  aqueles que acompanharam suas lições que servirão para toda uma vida.  Continuando o passeio pela orla pantaneira, passa-se pelo Muphan, onde um ilustre  pantaneiro, retrata a bovinocultura em óleo sobre tela, e revela o porquê de sua  merecida homenagem.</p>
<p>Sem perceber a  distância, chega-se no Moinho Cultural, local onde aconteceu o Quebratorto. Quebrou mesmo,  virou almoço, de tão alongada que foi a programação, mas acreditem não estou reclamando. Todos ficaram tortos com as palestras de um homem de nome e  de fato, carinhosamente chamado de Zuza, que mais parecia um batepapo de  tão agradável que foi. Buarque, aquele chamado de Chico, certamente ficou satisfeito de ver sua obra ser acompanhada pelos acordes de um berrante.  Cora Coralina mandou que sua filha avisasse que não tinham muito material  para mostrar, mas mostrou muito. En-can-tou.</p>
<p>Despedindo-se do rio e  subindo a ladeira, chega-se a praça mais generosa de Corumbá, a Ponce,  hospitaleira recebeu os artesãos hermanos, os artistas de ruas e as mais variadas  verdades musicais. No pavilhão “de los países” nossos hermanos mostraram  habilidade e cordialidade com as crianças que tinham como propósito sugar todas as informações que eles pudessem dar. Deram muito mais, deram um show de  simpatia e delicadeza. As mesmas características dos argentinos “Los Ojedas” que  num espanholês arrastado, arrastou a multidão no palco Brasil com um batidão brasileiro que saia da gaita argentina.</p>
<p>Uma roda de mais de duas  mil pessoas viram os chapéus dos ‘brothers’ de rua passar e encantar. Se o  seu mar tem peixes, algum mar tem zê. Teve até Pateta na parada. Tirou a carta  certa. Teve sorte. E no ritmo do Hip Hop eles se despediram cantando. “Brother  eu te amo/ amizade e irmandade se faz assim/ nas ruas ou nos guetos/ por onde  nos convidar/ Muito obrigado MS/ Valeu Corumbá/ Nós somos brothers por isso cantamos de coração/ Brother eu te amo”. Ar-re-pi-ou.</p>
<p>Nesta mesma praça um  bloco gigantesco, insistentemente chamado de Mono, cativava o público, coisa  que Roberta Sá não fez. Frejat agradeceu pelos instrumentos emprestados pela  galera Sul-Mato-Grossense, lembrada de última hora para compor uma falha de programação em Ladário.</p>
<p>A cidade onde nasce o  sol pantaneiro viu apresentações improvisadas de artistas locais, mas que  merecem sempre destaque por sua prontidão em atender ao pedido do público.</p>
<p>Caminhando pelas ruas de  Corumbá ouvi um burburinho: “Ontem o carinha do ‘Filho dos Livres’ tocou em  Ladário, hoje tem Aldeia Black. Tá bem melhor que as apresentações daqui”. Outro comentou: “Tem um tiozinho vendendo CD naquele ‘corredor’, mas não tinha  mais nenhum do Bando nem dos Bêbados. P**** acabou cedo de novo”.</p>
<p>O bar não oficial do  festival foi feito por aqueles que fazem o festival: A equipe de produção deu um  espetáculo do Skinão mais comentado de Corumbá. O local virou uma concentração de  amizade e de calor humano.</p>
<p>Ouvi alguém dizer certa  noite, aliás, certa madrugada: “Deus é tão justo conosco que o sol nasce em  Ládario e morre em Corumbá”. Paguei pra ver, e do alto de um prédio acompanhado de  mais dois amigos vimos o sol surgindo em Ladário para aquecer o povo  pantaneiro, enquanto a lua cheia se despedia de mais uma linda noite e repousava no  berço esplendido de Corumbá.</p>
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		<title>O tempo e o vento</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ostemberg</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já parou pra pensar que estamos no carnaval de 2010? Que o mês de janeiro inteiro se foi? Que os fogos queimaram há pouco tempo anunciando um novo século?  Que 2010 é ano eleitoral? E, que 2012 já está bem próximo? Será o fim dos tempos?
há quanto tempo hein!
Tempo, esse passa rápido, tal qual um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já parou pra pensar que estamos no carnaval de 2010? Que o mês de janeiro inteiro se foi? Que os fogos queimaram há pouco tempo anunciando um novo século?  Que 2010 é ano eleitoral? E, que 2012 já está bem próximo? Será o fim dos tempos?<span id="more-759"></span></p>
<p>há quanto tempo hein!</p>
<p>Tempo, esse passa rápido, tal qual um <em>tsunami</em>, que nasce manso nas ondas da maré, e como um efeito borboleta, amplia suas forças, sua velocidade e avassala nosso mundo. Em tempos passados as horas demoravam a caminhar.</p>
<p>Trabalhando falamos: “Já é sexta-feira, que bom!”, mas nas férias damos uma conotação diferente: “Já é sexta-feira, que droga!”.</p>
<p>Queremos mesmo é que o dia seja maior: 32 horas. Assim sobra um tempinho pra nós mesmos. Afinal temos que caminhar, ler, nos divertir, ir ao cinema, V I V E R. Mas como fazer tudo isso com tão pouco tempo?</p>
<p>Chronus, o Deus do tempo, não haveria de fazer um dia durar menos que o necessário, tão pouco, mais do que o exigido. O dia é como uma tempestade tropical: violento, mas com estragos calculados, se soubermos como começa, saberemos como termina.</p>
<p>O tempo é realmente um tornado em nosso cotidiano, faz girar o mundo ao nosso redor, nos faz correr com a vida, e como conseqüência, esquecer de viver sem correria. Contrastante? Paradoxal?</p>
<p>Façamos uma campanha: “O que você faria se o dia tivesse 18 horas?”. Certamente saberíamos encontrar as soluções para que nossas vidas não fossem tão corriqueiras. Conseguiríamos unir as coisas boas da vida com a busca incessante pela felicidade do ser, e, se tal felicidade depende de um vendaval de fatos, que faz minha vida ser tão insignificante, ao ponto de passar por meus olhos, como um vento brando, e eu não perceber, parem tudo. Quero um tempo pra viver.</p>
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		<title>Reconhecimento merecido</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 15:03:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não é uma casa sem teto nem nada. É um lugar bacana, um design, que a meu ver, é de dar inveja aos especialistas de interiores. O vermelho da luminária na sala de espera contrasta com o branco das paredes. Em uma delas, inclusive, uma tela preta desligada, de aproximadamente 42”, é a única forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é uma casa sem teto nem nada. É um lugar bacana, um design, que a meu ver, é de dar inveja aos especialistas de interiores. O vermelho da luminária na sala de espera contrasta com o branco das paredes. Em uma delas, inclusive, uma tela preta desligada, de aproximadamente 42”, é a única forma de desinformação da sala. Ao centro, uma mesinha, que insiste em desenquadar o ambiente.  Sobre a mesa há informações, folhas, notícias impressas em revistas, jornais, panfletos, histórias, acontecidos&#8230;</p>
<p>Noutra sala há uma mesa de vidro, que insiste em refletir o opaco nervosismo do entrevistado. O sorriso dos entrevistadores, sequer aparece no espelho da mesa. O preto é o uniforme da empresa, mesmo que de uni forme, não tenha nada. Os olhares compenetrados miram, e os lábios viram armas que cospem simpatia. Nem parece uma entrevista, parece uma conversa de buteco, mas sem cerveja, quem sabe no fim do expediente.</p>
<p>Publicidade é outra coisa, empresa de publicidade é outra coisa melhor ainda, é uma família, um jogo de empurra gostoso de ver. “Não, eu não ganhei o prêmio sozinho. Sim, erramos juntos. A culpa é toda nossa”. Um verdadeiro contraste com o ego jornalístico dos jornalistas que insistem em fazer o jornalismo encaixotado, pensando única e exclusivamente no seu umbigo, mas bem que poderia ser doisbigo, para que tivéssemos um a mais que os outros.</p>
<p>A publicidade sul-mato-grossense ganha uma grande parceira na difusão do estado noutros mares. A maré cheia traz uma nova esperança, e com ela a certeza de vários prêmios.</p>
<p>Num outdoor há informações e pecados. A gula serve de pré-texto para desejar os melhores adjetivos da vida. Paz, Amor, Sonho, Prestígio.  Seja de que for a idéia, de um criativo, de uma equipe, de uma empresa ou uma sociedade. A idéia é @Criatrix.</p>
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		<title>Sem luz, mas com muita ação, Encantado e Bandido animam o Festival</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 17:27:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quase três horas de atraso para o inicio do Festival, por conta de uma queda de energia, meus pés cansados de uma exaustiva viajem e de alguns cliques já realizados pediam arrego, mas como deixar de registrar algo tão mágico, quase três mil pessoas estavam ali, paradas, estagnadas esperando pela a volta da energia. Crianças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-753" href="http://www.ostemberg.photografic.com.br/?attachment_id=753"><img class="alignleft size-full wp-image-753" title="Touro Bandido" src="http://www.ostemberg.photografic.com.br/wp-content/uploads/2009/10/bandido.JPG" alt="Touro Bandido" width="134" height="201" /></a>Quase três horas de atraso para o inicio do Festival, por conta de uma queda de energia, meus pés cansados de uma exaustiva viajem e de alguns cliques já realizados pediam arrego, mas como deixar de registrar algo tão mágico, quase três mil pessoas estavam ali, paradas, estagnadas esperando pela a volta da energia. Crianças trouxeram seus pais para dormir em seus colos enquanto o Encantado e o Bandido se preparavam para mais uma disputa.<span id="more-751"></span></p>
<p>Mas até que poderia ser sem energia mesmo, havia muito fogo na arena para iluminar o espetáculo, O bandido entrou soltando pelos chifres o fogo que os índios cuspiam. Uma bola de fogo apareceu, e por instantes, a arena transformou-se numa quadra de futebol. A pajelança abençoava com o elemento quente a união de uma jovem novilha e de um touro, deste casamento surge o touro Candil: pai do touro encantado, ou talvez, do touro Bandido. Não sei ao certo. Tiveram que chamar ajuda divina, o touro era indomável, Nossa Senhora de Caacupé interveio e o animal finalmente acalmou.</p>
<p>O Encantado nem precisou de iluminação pra entrar na arena, seus fieis seguidores fizeram uma procissão com velas acessas para acompanhar o touro amarelo. Nossa senhora de Caacupê, interpretada por uma jovem portinhense, mais parecia um manequim, 30 minutos de apresentação e ela ficou totamente imóvel. Minto, ela desceu do andor pra acalmar os ânimos do touro, que de tão encantado com a torcida, se exaltou também.</p>
<p>Enquanto o Bandido usava a arena, a torcida do encantado se calou, do lado amarelo. Dava até pra dormir. E a torcida bandida roubou a cena, simplesmente foram embora, e sequer, viram o encanto amarelo na arena.</p>
<p>Confesso, meu coração ficou dividido pelos bois, as cores e os nomes. Pouco importa, se verde é o bandido e amarelo é encantado. Se um fala a verdade e o outro mentira, se um é filho o outro não, se é sonho, realidade, lenda, &#8220;causos&#8221;&#8230; Realmente não importa. Logo saberemos quem é o filho do touro Candil, pelo menos até o ano que vem, quando uma outra lenda começa. Era uma vez&#8230;</p>
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		<title>Imagens exclusivas da inauguração da Sala Apolônio de Carvalho</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 14:35:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há aproximadamente  três anos, o então governador do Estado, Zeca do PT, inaugurava o Prédio “  Memorial da Cultura e da Cidadania Apolônio de Carvalho”. Na época, eu recém  havia ingressado na Cultura estadual, e fui convidado pela Gerência de  Patrimônio para reproduzir as poucas imagens que se tinha do homenageado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_746" class="wp-caption alignleft" style="width: 277px"><a href="http://www.ostemberg.photografic.com.br/wp-content/galeria/apolonio/index.html"><img class="size-full wp-image-746 " title="Sala Apolônio de Carvalho, que encontra-se no Memorial da Cultura e da Cidadania, em Campo Grande, MS" src="http://www.ostemberg.photografic.com.br/wp-content/uploads/2009/10/01550004.jpg" alt="Sala Apolônio de Carvalho, que encontra-se no Memorial da Cultura e da Cidadania, em Campo Grande, MS" width="267" height="176" /></a><p class="wp-caption-text">Clique na imagem para acessar a galeria de fotos</p></div>
<p>Há aproximadamente  três anos, o então governador do Estado, Zeca do PT, inaugurava o Prédio “  Memorial da Cultura e da Cidadania Apolônio de Carvalho”. Na época, eu recém  havia ingressado na Cultura estadual, e fui convidado pela Gerência de  Patrimônio para reproduzir as poucas imagens que se tinha do homenageado.  Lembro-me bem de fazer várias buscas para conseguir algumas imagens melhores do  que as que eu já tinha para compor o acervo do homem das três  pátrias.</p>
<p>Numa dessas buscas  encontrei um material acadêmico em que, Apolônio de Carvalho era entrevistado  por alunos do curso de Jornalismo da UFRJ (Universidade Federal do Rio de  Janeiro), e havia uma gravura muito linda do Apolônio. Solicitei ao meu  professor de jornalismo on-line, Carlos Kuntzel, para que me ajudasse com a  Universidade carioca, e para minha surpresa, recebi, não apenas a imagem, mas  todo copião da matéria feita.<span id="more-745"></span></p>
<p>Com este rico material  em mãos, tornou-se  mais fácil de  trabalhar com as imagens que dispomos, pois a partir da matéria, as imagens  passaram a ter um novo significado. E, a partir desse momento, o meu trabalho  passou a ter uma satisfação pessoal. Conheci Apolônio por  meio do livro que encontra-se exposto na sala dele, o qual foi dado de presente  para um jornalista local, que gentilmente o cedeu para a sala do homenageado.</p>
<p>Renée de Carvalho,  viúva de Apolônio, trouxe consigo a urna fúnebre que esta com as cinzas de seu  marido, e a doou, também, para a Sala. Além de imagens, do livro e de suas  cinzas, a sala tem algo mais instigador aos visitantes, tem a alma de um homem,  que foi exilado pela sua pátria, reconhecido por duas outras, e no retorno ao  Brasil, reconhecido pelos atos heróicos e verdadeiramente  brasileiros.</p>
<p>Apolônio de Carvalho  não foi escolhido a esmo para ser nome do prédio do Memorial da Cultura e da  Cidadania, nem tão pouco por ter sido petista, ou um dos fundadores do comunismo  brasileiro. Apolônio de Carvalho foi escolhido por mérito e pela sua  representatividade, dentro e fora das fronteiras  sul-matogrossenses.</p>
<p>As imagens que fazem  parte da inauguração do prédio estiveram em meu acervo até o dia de hoje, a  partir de agora, coloco a disposição do mundo, via internet, para que todos  possam ver o quão bela foi à homenagem dada a um sul-matogrossense de três  pátrias.</p>
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		<title>Maxi Mídia Sat MS 2009 – Último dia</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 13:01:54 +0000</pubDate>
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Para ver a galeria de imagens, clique na foto acima
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_741" class="wp-caption aligncenter" style="width: 564px"><a href="http://www.ostemberg.photografic.com.br/wp-content/galeria/midiasat/3/index.html"><img class="size-full wp-image-741 " title="MAXI MÍDIA MS 2009 - último dia - Fotos: R. Ostemberg" src="http://www.ostemberg.photografic.com.br/wp-content/uploads/2009/10/IMG_3588.jpg" alt="MAXI MÍDIA MS 2009 - último dia - Fotos: R. Ostemberg" width="554" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">MAXI MÍDIA MS 2009 - último dia - Fotos: R. Ostemberg</p></div>
<p><em><strong>Para ver a galeria de imagens, clique na foto acima</strong></em></p>
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		<title>CONFERÊNCIA LIVRE DE COMUNICAÇÃO ACONTECE NO MÊS DE OUTUBRO EM CAMPO GRANDE</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 02:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ostemberg</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto: Clayton Salles &#8211; Jornalista e presidente do Sindjor-MS
A capital sul-mato-grossense sediará nos próximos dias 16 e 17 de outubro, a 1ª Conferência Livre de Comunicação – Campo Grande. O evento está marcado para ocorrer no auditório do bloco V da Universidade Anhanguera-Uniderp. A programação tem início a partir das 08h00 do dia 16 com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Texto: Clayton Salles &#8211; Jornalista e presidente do Sindjor-MS</em></p>
<p>A capital sul-mato-grossense sediará nos próximos dias 16 e 17 de outubro, a 1ª Conferência Livre de Comunicação – Campo Grande. O evento está marcado para ocorrer no auditório do bloco V da Universidade Anhanguera-Uniderp. A programação tem início a partir das 08h00 do dia 16 com um painel contextualizador sobre a importância da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) e os eixos temáticos. No mesmo dia, à partir das 13h, os trabalhos participantes serão divididos em grupos temáticos que vão lançar, debater e elaborar propostas de acordo com os eixos estabelecidos para a Confecom. No dia seguinte, a partir das 08h00, as propostas serão votadas em plenária.</p>
<p>O objetivo da 1ª Conferência Livre de Comunicação – Campo Grande é colocar a sociedade civil da capital nas discussões mais relevantes sobre os temas relacionados à democratização da mídia no país, além de colaborar com a formulação de uma política nacional de comunicação social para o Brasil. Diversos segmentos já estão articulados para a promoção da conferência livre, desde as ligadas ao setor comunicacional, como o SINDJOR-MS, SINTERCOM, Núcleo de Ecomunicadores dos Matos, Girassolidário, Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação e Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo, até setores empenhados em contribuir com a discussão, como o Conselho Regional de Psicologia, a OAB/MS, IBISS-CO, MESCLA, ABGLT, ABL, ATMS, Instituto Acesso, Conselho Municipal da Juventude e outros.</p>
<p><strong>Eixos temáticos e metodologia</strong></p>
<p>De acordo com o regimento interno da Confecom, as discussões em todas as etapas que antecedem a Nacional devem ser norteadas por três linhas sustentadoras de temas: Produção de Conteúdo, Meios de Distribuição e Cidadania: direitos e deveres. Cada uma delas possui um conjunto de temas indicativos para as discussões e para cada uma, devem elaboradas até 10 (dez) propostas que podem variar entre princípios, diretrizes e recomendações. Nas fases preparatórias, entre elas, a modalidade livre, podem ser trabalhadas demandas voltadas para o âmbito regional e/ou estadual, de forma a buscar atender a problemas e situações que ocorrem em esferas específicas de uma cidade ou estado, e projetá-los para o debate nacional.</p>
<p>Na 1ª Conferência Livre de Comunicação – Campo Grande, as entidades que compõem a sociedade civil devem versar sobre este temário e produzir propostas, de modo que sejam levadas posteriormente para a etapa estadual. Em maio, foi realizado o Seminário Pró-conferência de Comunicação, na OAB/MS. Dele, surgiram os primeiros indicativos de propostas que compuseram um relatório aprovado em junho em plenária realizada no Pontão de Cultura Guaicuru e que devem ser aprimorados na conferência livre. Na ocasião, foi formado o Grupo Pró-conferência de Comunicação, responsável por viabilizar as etapas preparatórias.</p>
<p><strong>Etapas estadual e nacional</strong></p>
<p>Com as propostas formuladas na 1ª Conferência Livre de Comunicação – Campo Grande, o passo seguinte é registrar o relatório junto a Comissão Organizadora Estadual, encarregada de promover a Conferência Estadual de Comunicação. De acordo com o decreto publicado no Diário Oficial do Estado em 15 de setembro e com o regimento da Confecom, é na fase estadual que ocorrerão dois momentos fundamentais: a formatação final do caderno de propostas de Mato Grosso do Sul a ser credenciado junto a Comissão Organizadora Nacional para ser colocado em debate na Confecom e a eleição dos 21 delegados a que o estado tem direito na conferência nacional. A escolha dos representantes deve respeitar a proporção de 40% para as entidades da sociedade civil, 40% para as entidades representativas das empresas de comunicação e 20% para o poder público.</p>
<p>A Conferência Nacional de Comunicação acontecerá nos dias 1º, 2 e 3 de dezembro, em Brasília e foi convocada pelo governo federal em abril deste ano. Trata-se de um marco significativo para o setor midiático brasileiro que nunca realizou um amplo debate com toda a sociedade para refletir sobre os principais problemas estruturais que a impedem de se tornar um meio pleno para a garantia das diversidades, educação, cultura e cidadania. A exemplo do que já ocorre com setores como a segurança pública, a saúde, a cultura e os direitos humanos, incluir a sociedade civil nos debates sobre a atividade da comunicação social no país é oportunizar um mínimo de voz àqueles que são desprestigiados pela chamada mídia de massa.</p>
<p><strong>Inscrições</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>As entidades da sociedade civil que tiverem interesse em participar da 1ª Conferência Livre de Comunicação – Campo Grande podem se inscrever de duas formas. Por meio de ficha de inscrição impressa, que será distribuída nas universidades, movimentos sociais, órgãos públicos, meios de comunicação, conselhos profissionais, federações, sindicatos e centrais de trabalhadores; ou nas seguintes entidades:</p>
<p>Sindjor-MS – rua Engenheiro Roberto Mange, n. 37, casa 2, bairro Amambaí – fone (67) 3325-5811</p>
<p>Conselho Regional de Psicologia 14a. Região – Av. Fernando Correa da Costa, n. 2044, bairro Joselito, centro – fone: (67) 3382-4801</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Contatos para entrevistas </span></strong></p>
<p>Ivanise Breda – Girassolidário – (67) 8422-6842</p>
<p>Clayton Sales – Sindjor-MS – (67) 9221-4104</p>
<p>Lucélia Macedo – MESCLA, ABGLT, ABL – (67) 9204-3766</p>
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		<title>Maxi Mídia Sat MS 2009 – 2º dia</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 02:31:02 +0000</pubDate>
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		<title>Maxi Mídia Sat MS 2009 &#8211; 1º dia</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 05:03:19 +0000</pubDate>
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<div id="attachment_730" class="wp-caption aligncenter" style="width: 565px"><a href="http://www.ostemberg.photografic.com.br/wp-content/galeria/midiasat/index.html"><img class="size-full wp-image-730" title="Maxi Mídia Sat MS 2009 - 1º dia" src="http://www.ostemberg.photografic.com.br/wp-content/uploads/2009/10/IMG_3142.jpg" alt="Maxi Mídia Sat MS 2009 - 1º dia" width="555" height="368" /></a><p class="wp-caption-text">Maxi Mídia Sat MS 2009 - 1º dia</p></div>
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		<title>Cultura Sul-matogrossense em fotos</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 04:25:47 +0000</pubDate>
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<div id="attachment_725" class="wp-caption aligncenter" style="width: 565px"><a href="http://www.ostemberg.photografic.com.br/wp-content/galeria/culturafotos/index.html"><img class="size-full wp-image-725 " title="Brugrinhos da Conceição - Ícone da Cultura Sul-matogrossense" src="http://www.ostemberg.photografic.com.br/wp-content/uploads/2009/10/BugrinhosRodrigoOstemberg.jpg" alt="Brugrinhos da Conceição - Ícone da Cultura Sul-matogrossense" width="555" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">Brugrinhos da Conceição - Ícone da Cultura Sul-matogrossense - Foto: Rodrigo Ostemberg</p></div>
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